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operação policial

  • Condenado por estupro é capturado em Ribeirão das Neves durante ação contra máfia de celulares


    Uma operação interestadual destinada a desmantelar uma das maiores redes de receptação de celulares do Brasil resultou na captura de um foragido de alta periculosidade em Ribeirão das Neves nesta quarta-feira (22/4). O homem, de 33 anos, era procurado por uma condenação de 10 anos de prisão pelo crime de estupro de vulnerável, cometido em 2016.

    A prisão ocorreu durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão da Operação Linha Cruzada, liderada pelas Polícias Civis de Minas Gerais e do Paraná. Embora o foco central da ação fosse o combate ao furto e receptação de aparelhos eletrônicos, o paradeiro do condenado foi identificado pelas equipes que atuavam na região metropolitana de Belo Horizonte.

    O papel de Ribeirão das Neves na organização


    Além da captura do foragido, a ofensiva em Ribeirão das Neves mirou o suporte operacional da quadrilha. Um jovem de 23 anos também foi conduzido ao Departamento Estadual de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri) para prestar esclarecimentos.

    Segundo as investigações, o município era utilizado como base para a obtenção ilícita de senhas. Os suspeitos utilizavam aparelhos para realizar contatos com as vítimas, empregando táticas de "engenharia social" e ameaças severas para desbloquear os dispositivos furtados.

    O esquema: Da "blindagem" com papel alumínio ao crime bancário
    A operação revelou um esquema sofisticado que se estendia por quatro estados (MG, PR, SP e SC). O líder da organização, preso simultaneamente em um apartamento de luxo no bairro Buritis, em Belo Horizonte, é acusado de financiar a logística de furtos em grandes eventos nacionais.

    Investimento: O receptador aportava cerca de R$ 30 mil por evento, pagando passagens aéreas e ingressos para criminosos.

    Logística: Para evitar o rastreamento por GPS, os celulares furtados eram envoltos em papel alumínio até chegarem aos centros de processamento em Minas Gerais.

    Extorsão e Fraude: O grupo se passava por autoridades ou membros de facções criminosas para coagir as vítimas a entregarem senhas. Com o acesso, realizavam empréstimos e limpavam contas bancárias antes de recondicionar os aparelhos para venda.

    Em Minas Gerais, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão, resultando no confisco de dois carros de luxo por suspeita de lavagem de dinheiro. O alvo principal responderá por receptação qualificada e associação criminosa. Já o homem detido em Ribeirão das Neves foi encaminhado ao sistema prisional para o cumprimento imediato de sua pena pendente.

    As autoridades continuam a análise dos materiais apreendidos em Ribeirão das Neves e Belo Horizonte para identificar novos integrantes da rede que movimentava milhões de reais anualmente.

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  • Operação policial mira golpes bancários que causaram prejuízo de mais de R$ 20 milhões em MG


    A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou nesta quinta-feira (22) a Operação "Descrédito", que tem como objetivo desarticular uma organização criminosa responsável por aplicar golpes bancários que causaram um prejuízo estimado em mais de R$ 20 milhões em diversas regiões do estado. A ação policial se estendeu a cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte, incluindo Ribeirão das Neves, onde foram cumpridos mandados.
    Mais de 100 policiais civis participaram da operação, cumprindo 16 mandados de prisão preventiva e 20 de busca e apreensão. Além de Ribeirão das Neves, a ação ocorreu em Belo Horizonte, Sabará, Betim, Montes Claros e São Sebastião do Paraíso, onde a investigação teve início após a denúncia de uma vítima que descobriu um empréstimo não autorizado em seu nome.
    O delegado Rafael Gomes, responsável pela Operação Descrédito, informou que 15 dos 16 alvos de prisão preventiva foram detidos, entre eles, quatro gerentes e dois ex-gerentes de instituições financeiras. A Justiça também determinou o bloqueio de 97 contas bancárias, tanto de pessoas físicas quanto jurídicas, ligadas à organização criminosa.
    As investigações apontam que o grupo agia de forma coordenada, utilizando-se da participação de gerentes de bancos e escritórios de advocacia para fraudar empréstimos e movimentações financeiras em nome de terceiros, por meio de documentos falsificados. Os crimes sob apuração incluem estelionato, lavagem de dinheiro, falsificação e uso de documentos falsos.
    Desde o início da investigação, em setembro de 2024, mais de 100 vítimas, entre pessoas físicas e empresas, foram identificadas. Tanto clientes quanto os próprios bancos foram lesados pelas ações do grupo.
    Agências bancárias no Centro e no bairro de Lourdes, em Belo Horizonte, também foram alvo de mandados cumpridos nesta manhã. Em nota, o Banco do Brasil informou que está acompanhando a operação e apoiando a Polícia Civil, sem divulgar mais detalhes para não interferir nas investigações. O Santander também declarou que está cooperando com as autoridades por meio de sua área de inteligência. O Itaú, outra instituição visada pela operação, não se pronunciou até a última atualização da reportagem.
    A Polícia Civil informou que novas informações sobre o andamento da operação serão divulgadas ao longo do dia. A ação reforça a importância da atenção e da cautela dos cidadãos com suas informações pessoais e movimentações financeiras, especialmente diante da crescente sofisticação de golpes bancários.

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  • Suspeitos de tráfico interestadual são presos em Ribeirão das Neves durante operação da Polícia Civil


    Ribeirão das Neves foi um dos municípios alvo da Operação Leyenda, deflagrada pela Polícia Civil de Minas Gerais nesta quarta-feira (17), para combater uma organização criminosa investigada por tráfico interestadual de drogas, associação criminosa e lavagem de dinheiro. A ação resultou na prisão de sete suspeitos.

    Coordenada pela 4ª Delegacia Regional de Polícia Civil de São Sebastião do Paraíso, a operação cumpriu oito mandados de prisão e sete de busca e apreensão em cidades de Minas Gerais e São Paulo. Em território mineiro, as diligências ocorreram em Ribeirão das Neves, Passos e Santa Rita do Sapucaí. Já no estado paulista, os alvos foram localizados em Casa Branca e Franca.

    De acordo com a Polícia Civil, sete investigados foram capturados durante a ofensiva. Um dos alvos não foi encontrado e passou a ser considerado foragido da Justiça.

    Além das prisões, equipes recolheram documentos e outros materiais em imóveis ligados aos investigados. O material apreendido será submetido à perícia para auxiliar o andamento das investigações, especialmente na apuração de possíveis esquemas de lavagem de dinheiro vinculados ao grupo criminoso.

    Após os procedimentos de polícia judiciária, os detidos foram encaminhados ao sistema prisional e permanecem à disposição da Justiça. As investigações seguem em andamento.

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