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Polícia

 

O corpo de um homem foi encontrado na manhã de sábado (15), dentro de uma galeria em um córrego na região do bairro Urca em Ribeirão das Neves.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima estava em uma área de difícil acesso e em avançado estado de decomposição. Os militares precisaram aguardar a chegada da perícia para iniciar a retirada.

Após a liberação do perito, os bombeiros utilizaram uma linha de vida, escada e cordas para acessar o local e retirar o corpo da galeria. A vítima foi deixada em uma área de fácil acesso, coberta com uma lona, até a chegada do rabecão, que realizou a remoção para o Instituto Médico-Legal (IML).

As circunstâncias da morte e a identidade da vítima não foram informadas no registro. A ocorrência foi acompanhada pela Polícia Militar e deverá ser investigada pelas autoridades competentes.

Crédito: Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais

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Um crime chocou os moradores do bairro Vale da Prata, em Ribeirão das Neves, na noite desta quinta-feira (13). A jovem Gabriela Pereira Fortunato, de 24 anos, foi assassinada a facadas no interior de sua própria residência.

A vítima foi encontrada sem vida por um primo, de 13 anos. De acordo com relatos da família, o adolescente retornava do mercado quando avistou um homem vestindo uma touca para encobrir o rosto saindo do imóvel. Ao entrar na casa para checar a situação, o jovem se deparou com Gabriela caída no chão, apresentando diversas perfurações pelo corpo.

No momento em que o crime ocorreu, duas das três filhas de Gabriela estavam no imóvel: uma criança de 3 anos e um bebê de apenas 1 mês de vida. A terceira filha da vítima, de 5 anos, não estava no local.

Familiares relataram à polícia que a jovem não mantinha um relacionamento amoroso fixo no momento e desconheciam qualquer vínculo recente dela com os pais das filhas.

O local passou por perícia e o caso segue sob investigação das autoridades policiais. Até o momento, nenhum suspeito foi localizado ou preso.

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A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, na última quarta-feira (12), um mandado de prisão preventiva contra Dayene Fernanda de Oliveira, de 37 anos, no bairro Landi I, em Ribeirão das Neves. A ação fez parte da Operação "Última Ordem".

Segundo as investigações da corporação, a mulher é apontada como suspeita de atuar na gestão financeira e na intermediação de tarefas de um grupo investigado por crimes no Estado, associado a Daniel Augusto Cypriano, de 42 anos, que cumpre pena no sistema prisional.

Histórico e investigação
A ordem de prisão contra a investigada havia sido expedida em abril de 2026 pelo Tribunal do Júri da Comarca de Nanuque, no Vale do Mucuri. Ela é citada em processos que apuram aparente envolvimento com o tráfico de entorpecentes e a apuração de um homicídio ocorrido naquela região em abril de 2025.

De acordo com o inquérito policial, as apurações indicam que o homicídio na cidade de Nanuque teria sido motivado por desacertos financeiros e desacordos internos relativos a materiais ilícitos. O processo segue em trâmite na Justiça para a devida apuração das responsabilidades individuais dos envolvidos citados no processo.

Operação "Última Ordem"
A Operação "Última Ordem" foi deflagrada pela Polícia Civil com o objetivo de desarticular a cadeia de comando e as atividades financeiras de grupos organizados no interior do estado e na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Com a localização da suspeita em Ribeirão das Neves, ela foi encaminhada ao sistema prisional e permanece à disposição do Poder Judiciário.

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O Tribunal do Júri condenou, nesta quarta-feira (5), o guarda municipal Jardel dos Reis Santos a 18 anos e 8 meses de prisão pelo assassinato da esposa, Alessandra Cristina Vaz, de 50 anos. O crime ocorreu em 4 de abril de 2024, em Ribeirão das Neves.
Segundo a sentença, além da pena de prisão, Jardel perderá o cargo de guarda municipal por incompatibilidade com o exercício da função pública na área de segurança.

A Justiça também determinou que o condenado devolva, com juros e correção monetária, todos os valores recebidos a título de pensão após a morte da vítima, benefício que ele chegou a solicitar. Ele ainda deverá arcar com as custas do processo.

Investigação apontou tentativa de simular suicídio

De acordo com a investigação conduzida pela Delegacia de Homicídios de Ribeirão das Neves, o guarda alegou inicialmente que a esposa havia tirado a própria vida.

Em depoimento, ele afirmou que, na noite anterior ao crime, tomou um refrigerante que teria um gosto diferente e, após ingerir a bebida, passou mal e dormiu. Segundo sua versão, ele só acordou por volta das 14h do dia seguinte, quando encontrou Alessandra morta no sofá da residência com um disparo na cabeça, provocado por sua própria arma de fogo.

O delegado Marcos Rios, responsável pelo caso, informou que essa foi a narrativa apresentada pelo acusado durante a investigação. No entanto, as apurações da Polícia Civil reuniram provas que contrariaram essa versão e apontaram que a cena do crime havia sido montada para simular um suicídio, levando ao indiciamento e, posteriormente, à condenação do guarda municipal.

A prisão de Jardel ocorreu em 12 de julho de 2024, pouco mais de três meses após o homicídio.

A defesa do condenado foi procurada pela imprensa, mas não havia se manifestado até a última atualização do caso. O espaço permanece aberto para eventual posicionamento.

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Paola Stefany é acusada de dopar e esfaquear casal no Bairro São Pedro, em Belo Horizonte; empresário do Centro da capital teria permitido transações com as máquinas de cartão do seu restaurante após o crime.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) denunciou a diarista Paola Stefany Neto Cirino, de 30 anos, pelo assassinato do casal de idosos ocorrido no dia 29 de junho, dentro do apartamento onde moravam no bairro São Pedro, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. O advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e a empresária Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76, foram mortos a golpes de faca.

Além da diarista, o MPMG denunciou um homem de 41 anos, proprietário de um restaurante na Rua Carijós, no Centro da capital. Ele é acusado de furto mediante fraude por ceder as máquinas de cartão do seu estabelecimento para que a mulher movimentasse os valores das contas das vítimas após o duplo homicídio, dividindo o dinheiro com ela.

O crime e a tentativa de apagar vestígios
Segundo a denúncia do MPMG, assinada pelo promotor de Justiça Mauro Fonseca Ellovitch, a ação foi planejada. Paola levou para o imóvel comprimidos de clonazepam, que foram misturados em um suco servido aos idosos. Enquanto recolhia pertences da residência, o advogado acabou acordando e tentou reagir. A diarista então atacou o idoso com uma faca de cozinha e também tirou a vida da empresária.

Após o ataque, a mulher subtraiu joias, relógios, celulares, perfumes, bolsas, roupas, cartões bancários e mais de R$ 19 mil em espécie. Para dificultar o trabalho da perícia e ocultar provas, ela lavou a faca usada no crime, limpou vestígios no apartamento e descartou as roupas sujas de sangue.

Movimentações financeiras e fuga
Ao deixar o local do crime, a investigada seguiu para o Centro de Belo Horizonte, onde vendeu parte dos bens roubados em poucas horas. Ela tentou realizar uma transferência bancária no valor de R$ 5 mil, que acabou bloqueada por suspeita de fraude. Em seguida, contou com o apoio do dono do restaurante para passar os cartões das vítimas em suas maquininhas, registrando duas operações que somaram R$ 3,1 mil (uma de R$ 1,3 mil e outra de R$ 1,8 mil).

Com o dinheiro obtido, Paola comprou um novo celular, passou em sua residência, em Ribeirão das Neves, buscou o filho e seguiu para um hotel em Itabira. Ela foi localizada e presa pela Polícia Civil antes que conseguisse deixar o estado.

Acusações e desdobramentos
A denúncia do Ministério Público enquadra Paola Stefany nos crimes de dois latrocínios (roubo seguido de morte), fraude processual e furto mediante fraude. O comerciante responde por furto mediante fraude. O MPMG solicitou que a Justiça fixe um valor mínimo de reparação por danos morais e materiais aos familiares das vítimas.

A Polícia Civil e o Ministério Público mantêm apurações paralelas para identificar outras três pessoas suspeitas de terem receptado os objetos roubados do apartamento. Segundo o MPMG, não há indícios de que os compradores das mercadorias tenham participado das mortes.

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Uma grande ação de combate aos crimes de agiotagem e extorsão na Região Metropolitana de Belo Horizonte teve como um dos principais alvos o município de Ribeirão das Neves. A 2ª fase da Operação Bola de Neve, deflagrada nesta sexta-feira (24/07) pela Polícia Civil de Minas Gerais, resultou na prisão de dez suspeitos e no cumprimento de 20 mandados de busca e apreensão.

A investida policial apura a atuação de uma organização criminosa investigada por movimentar mais de R$ 500 mil com a concessão de empréstimos a juros abusivos. Os investigados utilizavam táticas violentas e ameaças diretas para coagir os devedores no município nevense e em cidades vizinhas.

Entre os detidos estão nove homens e uma mulher de 23 anos apontada pelas investigações como suposta "laranja" do esquema, além de um colombiano e um policial militar reformado de 58 anos, preso acompanhado de seus dois filhos. Durante as diligências na Grande BH, as equipes apreenderam duas armas de fogo, munições, dinheiro em espécie, computadores e celulares.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outras vítimas na região e capturar suspeitos que seguem foragidos.

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Uma operação da Polícia Militar Rodoviária (PMRv) interceptou, na manhã desta sexta-feira (24/07), um carregamento de armas e drogas que tinha como destino final o bairro Veneza, em Ribeirão das Neves. A apreensão ocorreu durante a fiscalização de um ônibus no Anel Rodoviário de Belo Horizonte, conforme apurado pelo portal Metrópoles.

Uma mulher de 34 anos foi presa em flagrante transportando duas barras de cloridrato de cocaína, seis pistolas Glock calibre 9 mm com numeração suprimida e 12 carregadores em sua bagagem. Segundo a PMRv, a suspeita confessou que faria a entrega da carga na capital mineira para que o material fosse repassado ao município nevense, recebendo R$ 700 pelo transporte.

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Um homem de 44 anos, condenado por um homicídio cometido dentro da cadeia pública de Rio Casca, na Zona da Mata mineira, foi preso em Ribeirão das Neves após permanecer foragido da Justiça por quase 19 anos. A captura foi realizada em uma ação conjunta do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).

O crime ocorreu em 2007, quando a vítima, também detenta, foi brutalmente agredida por três presos com socos, chutes e choques elétricos. De acordo com as investigações, os autores ainda tentaram impedir os pedidos de socorro da vítima. O homem chegou a receber atendimento médico, mas morreu no dia seguinte em decorrência dos ferimentos.

O suspeito foi julgado em maio deste ano e condenado a 18 anos de prisão, em regime inicialmente fechado. Além da condenação pelo homicídio, ele já possuía antecedentes por crimes como latrocínio e feminicídio.

A prisão ocorreu em Ribeirão das Neves, onde o condenado foi localizado após trabalho integrado entre o MPMG e a Polícia Civil. Dos três condenados pelo assassinato, um continua foragido.

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Professores e estudantes do Campus Ribeirão das Neves do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) manifestaram repúdio à atuação da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) durante uma ocorrência registrada na última sexta-feira (9). A ação aconteceu após a direção da instituição acionar a corporação diante de denúncias de que alunos estariam com bebidas alcoólicas nas mochilas.
Segundo um professor ouvido pela Itatiaia, que preferiu não se identificar, a entrada dos militares foi autorizada pela direção do campus. Durante a operação, policiais entraram nas salas de aula, revistaram mochilas e pertences dos estudantes e conduziram quatro alunos para o pátio da escola.
De acordo com o docente, a forma como a abordagem foi realizada causou constrangimento aos adolescentes, muitos deles menores de idade.

"Nós ficamos absolutamente contra a forma como a situação foi conduzida. Eram menores de idade sendo expostos, enquanto toda a escola assistia e apontava para eles", afirmou.

Após o episódio, professores divulgaram uma nota de repúdio, na qual defendem que o ambiente escolar deve priorizar medidas pedagógicas em vez de ações que possam criminalizar os estudantes.
No documento, os docentes ressaltam que adolescentes estão em processo de formação e que eventuais transgressões devem ser tratadas com diálogo, orientação, acolhimento e responsabilização, sem exposição pública ou intervenções consideradas incompatíveis com o ambiente educacional.
Até o momento, a direção do IFMG Campus Ribeirão das Neves e a Polícia Militar de Minas Gerais não haviam se manifestado oficialmente sobre o conteúdo da nota de repúdio e os procedimentos adotados durante a ocorrência.

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A atuação de organizações de agiotagem formadas por brasileiros e colombianos tem mobilizado as autoridades na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com a Polícia Civil, além da cobrança de juros abusivos, as redes criminosas recorrem a ameaças, espancamentos, tortura e intimidação contra devedores em atraso.

Os levantamentos apontam que os suspeitos costumavam registrar as agressões em vídeo, compartilhando as imagens para disseminar o medo e coagir outros clientes inadimplentes. Em operação recente realizada na Grande BH, as forças de segurança prenderam 14 integrantes do esquema, incluindo cidadãos nacionais e estrangeiros.

Especialistas alertam que o recurso ao mercado ilegal de crédito costuma ocorrer quando as alternativas financeiras formais já se esgotaram. Como a prática de agiotagem configura crime, a Polícia Civil reforça a importância de que os lesados denunciem os casos, permitindo o avanço dos inquéritos e o desmonte de novas células criminosas.

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