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Polícia

Oito réus foram pronunciados pela morte de um homem e duas crianças em Ribeirão das Neves, na Grande BH; caso ocorreu em maio de 2024

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) suspendeu nessa quarta-feira (13) o júri popular para os réus do caso conhecido como "chacina de Ribeirão das Neves".

A decisão aconteceu após atuação do Ministério Público (MPMG), por meio da 9ª Promotoria de Justiça de Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

O órgão manifestou preocupação com a imparcialidade dos jurados por conta da forte repercussão do caso na cidade e com a segurança dos réus. Por conta disso, o Ministério Público pediu para que o júri popular seja realizado em outra comarca.

Entre os motivos citados para a preocupação com a segurança dos réus está o perfil dos grupos envolvidos no conflito que originou o crime. Além disso, a promotora de Justiça Clarissa Gobbo destacou problemas na infraestrutura física do Fórum de Ribeirão das Neves

"Sequer foi possível acomodar todos os advogados no plenário, além de os familiares das vítimas não terem possibilidade de acompanhar o julgamento por pura falta de espaço na plateia, que seria ocupada exclusivamente pelas bancadas das defesas. Isso interfere em um dos pilares do Tribunal do Júri", afirmou.

A 1ª Vara Criminal de Ribeirão das Neves concedeu uma liminar e suspendeu o processo até que seja decidido onde será realizado o júri popular.

Inicialmente, o julgamento seria realizado em 13 de abril deste ano, mas foi adiado após pedido das defesas. A justificativa é que um dos réus estava com tuberculose e não compareceu à sessão.

Relembre o crime
A chacina ocorreu durante a festa de aniversário de 9 anos de Heitor Felipe, no dia 23 de maio de 2024, por volta das 19h, em um sítio no bairro Areias, em Ribeirão das Neves, na Grande BH.

Também foram mortos, Felipe Júnior Moreira Lima (pai da criança), de 26 anos, e Laysa Emanuele Pereira de Oliveira (prima), de 11.

As investigações apontaram que os réus atuavam no tráfico de drogas no Morro Alto, em Vespasiano, onde morava Felipe, o principal alvo dos criminosos. Ele era um ex-parceiro dos criminosos e tinha tido um desentendimento com os traficantes que queriam retomar o controle de pontos de venda de entorpecentes.

Yago Pereira de Souza Reis;
Ivone Silva de Almeida;
Pedro Paulo Ferreira Lima (“Paulinho Satan");
Fabiano Alves Campos;
Marcelo Alves Rodrigues (“Tio Gordo”);
Leandro Roberto da Silva ("Berola");
Flávio Celso da Silva ("Alemão");
Agnes Danrlei Santos Nascimento (“Biscoito").

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Uma ação conjunta entre as polícias Civil (PCMG) e Militar (PMMG) resultou na prisão preventiva de um homem de 32 anos no último sábado (5). O suspeito, localizado no município de Ribeirão das Neves, é investigado por perseguir e ameaçar uma adolescente de 15 anos em uma unidade de acolhimento na capital.

Histórico de abuso e Perseguição
O caso é acompanhado pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), que instaurou inquérito no início de maio após denúncias de ameaças. De acordo com as investigações, o histórico de violência começou anos atrás: o homem teria engravidado a vítima quando ela tinha apenas 13 anos.

Atualmente, a adolescente vive no abrigo com o filho, de um ano de idade. Segundo relatos colhidos pela polícia, o homem frequentava as imediações do local e chegava a intimidar não apenas a jovem, mas também os funcionários da instituição.

Desdobramentos
Após ser detido em solo nevense, o suspeito foi conduzido à delegacia e, posteriormente, encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para a completa elucidação dos fatos e apuração de outros possíveis crimes envolvidos no histórico do autor.

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A morte prematura de Bernardo Amorim Calixto Santos, de apenas 11 anos, ocorrida no último sábado (9), causou profunda comoção em Ribeirão das Neves. O menino era morador do bairro São Miguel, na região de Justinópolis, onde a família reside. O velório e o sepultamento ocorreram sob forte clima de tristeza e consternação.

Bernardo, apaixonado por futebol, acompanhava o pai, Mauricílio Calixto Gomes, em uma partida no Estádio Municipal Inácio de Carvalho, em São José da Lapa. Segundo familiares, o passeio era uma tradição: o garoto sempre estava presente nos jogos do Colorado, time amador integrado pelo pai.

O que deveria ser um sábado típico de lazer terminou em tragédia. Após o apito final, enquanto os jogadores guardavam os materiais e as crianças brincavam no gramado, o acidente aconteceu. Testemunhas relatam que no local havia duas traves móveis que estariam soltas, sem a devida fixação.

Embora a dinâmica exata do acidente ainda dependa de perícia, a principal suspeita é de que Bernardo tenha se apoiado ou se pendurado na estrutura metálica, que tombou sobre ele. O impacto causou um grave traumatismo craniano.

“Ele já estava caído, ensanguentado. Foi um desespero. Todo mundo saiu correndo para tentar ajudar”, relatou um familiar emocionado. O menino chegou a ser socorrido e levado a uma unidade de pronto atendimento da região, mas, apesar dos esforços da equipe médica, não resistiu aos ferimentos.

A comunidade esportiva de Ribeirão das Neves e São José da Lapa manifestou solidariedade à família Calixto nas redes sociais, lamentando a perda do jovem torcedor do Colorado.

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Caso ocorreu na manhã deste sábado (9) na Rua Antônio Ferreira Louro, no bairro Sevilha (1ª Seção)

Uma mulher encontrou o corpo de um homem no portão de sua casa na manhã deste sábado (9) em Ribeirão das Neves.
O caso aconteceu na Rua Antônio Ferreira Louro, no bairro Sevilha (1ª Seção).

A dona do imóvel ligou para a Polícia Militar (PMMG). A perícia da Polícia Civil (PCMG) foi acionada e identificou que a vítima faleceu aos 48 anos. O corpo foi removido do local por um rabecão.

Em entrevista à Itatiaia, a proprietária do imóvel afirmou que conhecia o homem "de vista". Ela relatou acreditar que o crime foi cometido em outro lugar e os autores abandonaram o cadáver no local.

A testemunha disse que não escutou nenhum barulho durante a madrugada e que "ninguém sabe de nada".

"Eu até nem deixei os meus meninos saírem pra fora para não ver o corpo, porque é uma situação muito triste. Depois, a gente viu os familiares chegando bem abalados", detalhou a mulher.

Outra testemunha, que acompanhou os trabalhos dos policiais, conversou com a reportagem e destacou que o homem estava "muito machucado na cabeça". "Assustou todo mundo, todos os moradores", acrescentou.

Informações preliminares registradas pela PMMG confirmam que o cadáver apresentava sinais de violência. O registro da ocorrência ainda estava em andamento até a publicação desta reportagem.

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Uma operação policial realizada nesta terça-feira resultou na prisão de Clinton da Silva Hudson em Ribeirão das Neves. Apontado como uma liderança estratégica do Comando Vermelho, Hudson é investigado por coordenar a expansão da facção criminosa carioca no estado de Minas Gerais, com foco principal na cidade de Itabirito, na Região Central.
O histórico criminal do detido impressiona as autoridades pela extensão e recorrência. Clinton soma 42 passagens pela polícia, acumulando registros por crimes diversos ao longo de sua trajetória no sistema prisional e investigativo. A captura em solo nevense é considerada um golpe importante na estrutura logística do grupo, que tentava consolidar novos pontos de influência em municípios mineiros.
A prisão ocorreu após um monitoramento detalhado das movimentações do suspeito. Embora a base de atuação atribuída a ele fosse Itabirito, a presença de Hudson em Ribeirão das Neves acendeu o alerta das forças de segurança sobre possíveis conexões e esconderijos na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Após a detenção, o investigado foi encaminhado para a delegacia, onde permanece à disposição da Justiça. A Polícia Civil segue apurando se a permanência dele em Ribeirão das Neves estava ligada ao estabelecimento de novas rotas para a organização criminosa ou se o município servia apenas como ponto de refúgio temporário para evitar o cerco policial em outras regiões do estado.

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Polícia apreendeu mais de 450 caixas de Havaianas em galpão em Ribeirão das Neves (MG)

Cinco homens foram presos durante uma operação da Polícia Militar nessa quarta-feira (29/4), no Bairro Girassol, em Ribeirão das Neves (MG).
A ação ocorreu por causa de denúncias que informavam uma intensa movimentação em um galpão na Rua Japão. No local, os militares identificaram atitudes suspeitas e realizaram uma abordagem estratégica para acessar o imóvel.

Durante a operação, foram apreendidas 464 caixas de chinelos da marca Havaianas, além de um caminhão com sinais de adulteração.
Segundo a PM, o veículo estava com placas clonadas, e outras placas foram encontradas no interior do caminhão.

Os cinco suspeitos foram abordados no local, um deles tentou se esconder sobre a estrutura do veículo. Eles alegaram que apenas descarregavam a mercadoria, mas não souberam informar a origem nem o destino da carga.
Também foram apreendidos dois veículos utilizados no apoio logístico da atividade. O caminhão foi recuperado, os materiais recolhidos e a ocorrência encaminhada para investigação. Os envolvidos são de Belo Horizonte e Contagem (MG).

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Um homem, de 31 anos, foi preso em Ribeirão das Neves, na última semana, suspeito de assaltar um posto de combustíveis e depois se entregar à polícia a pedido da mãe.

O caso ocorreu na madrugada de quinta-feira (30), quando o criminoso simulou estar armado e ameaçou o frentista, que entregou para ele o dinheiro que estava no caixa, cerca de R$ 300.

Em seguida, o criminoso fugiu do local e foi para a casa da mãe para tentar se esconder. Logo, a polícia foi acionada pelo posto. No entanto, a corporação, pouco depois, foi surpreendida por uma ligação, via 190, da mãe do suspeito.

Após o crime, o suspeito contou para a genitora que havia assaltado um posto de combustíveis, mas havia se arrependido do feito.

No local, a polícia se deparou com o homem, que "apresentava sinais compatíveis com uso recente de substância entorpecente, em estado de euforia e agitação, alegando ter feito uso de cocaína durante a noite".

A mãe do suspeito, então, devolveu a quantia de R$ 330,00, informando que o dinheiro era proveniente do assalto. O autor confessou ter assaltado o posto e destacou que não estava armado.

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De dentro da Penitenciária José Martinho Drumond, em Ribeirão das Neves, um detento utilizou uma videochamada para coordenar e monitorar uma sessão de tortura contra sua companheira, de 29 anos, e um vizinho dela, de 18 anos. O crime ocorreu no bairro Vale das Amendoeiras, em Contagem e aconteceu nesta quarta-feira, 22 de abril.
Segundo a Polícia Militar (PM), a tortura foi executada por três comparsas sob as ordens diretas do presidiário. A motivação do crime ainda está sendo apurada. Os militares foram acionados após denúncias de invasão de domicílio.
Ao chegarem à residência, a guarnição deparou-se com os suspeitos tentando fugir pelos fundos. Durante a perseguição:
Um adolescente de 17 anos sacou uma arma contra os policiais.
Houve um disparo de advertência por parte da polícia; ninguém foi atingido.
O menor foi contido e um celular roubado da vítima foi recuperado.
As vítimas, que apresentavam ferimentos graves pelo corpo, foram socorridas e encaminhadas à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Ressaca, em Contagem.
O estado de saúde atualizado não foi divulgado.
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou que o adolescente foi apreendido e ouvido por meio do Plantão Digital.
Foi lavrado um auto de apreensão por ato infracional análogo ao crime de tortura.
O caso segue sob investigação para identificar os outros dois comparsas que fugiram.
Além disso, as autoridades buscam localizar o aparelho celular utilizado pelo detento dentro da unidade prisional — evidência crucial para confirmar a autoria intelectual do crime e expor as falhas de segurança na penitenciária.

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Uma operação interestadual destinada a desmantelar uma das maiores redes de receptação de celulares do Brasil resultou na captura de um foragido de alta periculosidade em Ribeirão das Neves nesta quarta-feira (22/4). O homem, de 33 anos, era procurado por uma condenação de 10 anos de prisão pelo crime de estupro de vulnerável, cometido em 2016.

A prisão ocorreu durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão da Operação Linha Cruzada, liderada pelas Polícias Civis de Minas Gerais e do Paraná. Embora o foco central da ação fosse o combate ao furto e receptação de aparelhos eletrônicos, o paradeiro do condenado foi identificado pelas equipes que atuavam na região metropolitana de Belo Horizonte.

O papel de Ribeirão das Neves na organização


Além da captura do foragido, a ofensiva em Ribeirão das Neves mirou o suporte operacional da quadrilha. Um jovem de 23 anos também foi conduzido ao Departamento Estadual de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri) para prestar esclarecimentos.

Segundo as investigações, o município era utilizado como base para a obtenção ilícita de senhas. Os suspeitos utilizavam aparelhos para realizar contatos com as vítimas, empregando táticas de "engenharia social" e ameaças severas para desbloquear os dispositivos furtados.

O esquema: Da "blindagem" com papel alumínio ao crime bancário
A operação revelou um esquema sofisticado que se estendia por quatro estados (MG, PR, SP e SC). O líder da organização, preso simultaneamente em um apartamento de luxo no bairro Buritis, em Belo Horizonte, é acusado de financiar a logística de furtos em grandes eventos nacionais.

Investimento: O receptador aportava cerca de R$ 30 mil por evento, pagando passagens aéreas e ingressos para criminosos.

Logística: Para evitar o rastreamento por GPS, os celulares furtados eram envoltos em papel alumínio até chegarem aos centros de processamento em Minas Gerais.

Extorsão e Fraude: O grupo se passava por autoridades ou membros de facções criminosas para coagir as vítimas a entregarem senhas. Com o acesso, realizavam empréstimos e limpavam contas bancárias antes de recondicionar os aparelhos para venda.

Em Minas Gerais, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão, resultando no confisco de dois carros de luxo por suspeita de lavagem de dinheiro. O alvo principal responderá por receptação qualificada e associação criminosa. Já o homem detido em Ribeirão das Neves foi encaminhado ao sistema prisional para o cumprimento imediato de sua pena pendente.

As autoridades continuam a análise dos materiais apreendidos em Ribeirão das Neves e Belo Horizonte para identificar novos integrantes da rede que movimentava milhões de reais anualmente.

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Vítima de 59 anos foi atingida por pelo menos três disparos, incluindo no rosto e na testa, e está em estado gravíssimo; suspeitos fugiram em um HB20 e ainda não foram localizados.

Um homem de 59 anos está em estado gravíssimo após ser baleado no início da noite dessa terça-feira (14), em Ribeirão das Neves.

Segundo a Polícia Militar (PMMG), a vítima foi chamada na porta de casa, no bairro Atalaia. Ao atender, foi atingida por pelo menos três disparos, sendo um no rosto, outro na testa e um na bacia. Os suspeitos fugiram em um HB20.

O homem foi socorrido inicialmente para a UPA de Justinópolis e, devido à gravidade dos ferimentos, encaminhado ao Hospital João XXIII.
De acordo com a PM, a vítima era considerada de boa conduta na comunidade e trabalhava em uma fábrica de tecidos. No entanto, há um registro contra ele por estupro de vulnerável. O caso teria ocorrido em janeiro deste ano, na própria residência, e a vítima seria um adolescente de 13 anos.

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O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) expediu nesta terça-feira (14) um alvará de soltura para o empresário envolvido no acidente de trânsito que matou um motociclista em Belo Horizonte.
O caso ocorreu na madrugada desse domingo (12) na rodovia MGC-356 no Belvedere, na Região Centro-Sul de BH. O suspeito foi identificado como Luis Henrique Rodrigues Pierazolli, de 45 anos.
A vítima é o motociclista de aplicativo Danilo Pereira Marinho, de 25.
Um adolescente, de 16 anos, estava na garupa da moto, ficou ferido e foi socorrido em estado grave para o Hospital João XXIII. Além do empresário, outros dois homens estavam na caminhonete.
Em seu depoimento à Polícia Civil (PCMG), Luis Henrique confessou ter consumido bebida alcoólica antes do episódio. Segundo o boletim de ocorrência da Polícia Militar (PMMG), ele apresentava sinais visíveis de embriaguez.
O alvará de soltura foi expedido após o empresário passar por audiência de custódia. A juíza Juliana Beretta Kirche Ferreira Pinto determinou o pagamento de uma fiança de R$ 48.630, o equivalente a trinta salários mínimos.
Além disso, o investigado teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa e terá que cumprir recolhimento domiciliar noturno durante os dias úteis e integral aos sábados, domingos e feriados.

Luis Henrique havia sido detido em flagrante pela PMMG, e teve a prisão ratificada pela PCMG pelo crime de homicídio culposo na direção de veículo automotor, qualificado pela influência de álcool ou substância psicoativa.
A defesa de Luis Henrique Rodrigues Pierazolli, não respondeu a respeito.

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O Tribunal do Júri de Ribeirão das Neves, adiou nesta segunda-feira (13) o julgamento dos oito acusados de envolvimento em uma chacina ocorrida em maio de 2024. O crime, que chocou o estado, aconteceu durante a celebração de um aniversário infantil.
Mesmo com a suspensão da sessão, familiares das vítimas realizaram um ato pacífico em frente ao fórum, estendendo faixas e fotos das vítimas em um apelo por justiça.

Motivo do adiamento
A decisão de postergar o júri partiu de um pedido das defesas de todos os réus, com a concordância do Ministério Público (MPMG). O motivo foi a suspeita de infecção por tuberculose em um dos acusados, o que impossibilitou sua presença e gerou risco sanitário aos demais participantes.
As partes argumentaram que o julgamento não poderia ser desmembrado. Para evitar a nulidade do processo, defesas e acusação sustentaram que todos os oito réus devem ser julgados simultaneamente. O magistrado responsável acolheu o pedido para garantir o direito à ampla defesa. Uma nova data ainda será definida pela comarca.

Guerra do tráfico
De acordo com o registro policial, Felipe vinha sofrendo ameaças há cerca de três meses. A polícia aponta que ele tinha ligações com grupos criminosos do bairro Morro Alto, em Vespasiano, e que o crime foi um desdobramento da disputa por pontos de venda de entorpecentes.

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