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Polícia

Até o momento, nenhum suspeito de envolvimento na ocorrência foi preso

Um homem de 39 anos foi morto com um tiro na cabeça no bairro São José, em Ribeirão das Neves, nessa segunda-feira (15/6).
O crime ocorreu após o homem intervir em uma discussão familiar e chamar um dos suspeitos de "bocó". Até o momento, ninguém foi preso.
De acordo com o boletim de ocorrência da Polícia Militar (PM), a dinâmica do crime começou horas antes, com um acionamento para atender a uma denúncia de violência doméstica. Uma mulher grávida relatou que havia sido agredida pelo ex-companheiro com um golpe no rosto. Quando os militares chegaram ao endereço inicial, não localizaram os envolvidos.
Algumas horas depois, familiares do suspeito da agressão relataram que ele havia ido para a casa de parentes. Pouco depois, um grupo composto por amigos e pelo irmão da gestante foi até o local para tirar satisfações sobre o desentendimento anterior. O homem apontado como agressor fugiu assim que percebeu a chegada do grupo.
Testemunhas informaram que dois dos homens que procuravam pelo agressor vestiam roupas pretas, faziam ameaças e simulavam estar armados na rua. Diante da confusão, moradores saíram para verificar o que estava acontecendo.
Em dado momento, um homem de 39 anos que tentava intervir na situação, chamou uma das pessoas presentes de "bocó". Então, um dos indivíduos reagiu à fala, sacou uma arma e atirou na cabeça da vítima. Os autores fugiram em seguida.

Os policiais encontraram a vítima já morta. A perícia da Polícia Civil e o rabecão foram acionados para os trabalhos de praxe no local. Rastreamentos seguem em andamento para localizar os envolvidos.

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O homem acusado de matar três pessoas e tentar assassinar uma quarta durante um ataque a uma padaria no bairro Lagoa, em Ribeirão das Neves, passou a responder judicialmente por mais dois crimes graves cometidos poucas horas depois da chacina. A Justiça de Minas Gerais aceitou a denúncia do Ministério Público contra o suspeito pelas tentativas de homicídio contra o proprietário de uma oficina mecânica e o filho dele, no bairro Céu Azul, na região de Venda Nova, em Belo Horizonte.


Segundo as investigações, o ataque à oficina ocorreu cerca de 15 horas após o crime na padaria. Armado com uma submetralhadora artesanal, o acusado teria ido ao estabelecimento após desentendimentos relacionados à realização de um curso de pintura veicular. Ao chegar ao local, efetuou disparos contra o filho do proprietário, de 17 anos, que conseguiu escapar ao perceber a ação. Em seguida, também atirou contra o dono da oficina, mas a arma falhou e nenhum dos dois foi atingido. Após o crime, o suspeito fugiu, sendo preso posteriormente pela Polícia Militar, que apreendeu a arma utilizada, munições, um colete balístico e uma touca ninja.
O mesmo homem é apontado como autor do ataque ocorrido em uma padaria de Ribeirão das Neves, onde morreram duas adolescentes, de 14 e 16 anos, e uma cliente de 56 anos. Outra jovem sobreviveu ao atentado. De acordo com a investigação, o suspeito confessou os crimes após a prisão.


Enquanto o processo avança na Justiça, familiares das vítimas seguem buscando respostas e justiça. Em entrevista concedida antes da audiência de instrução do caso, o pai de uma das adolescentes assassinadas afirmou que ainda convive diariamente com a dor da perda e espera que o acusado seja levado a júri popular e responsabilizado pelos crimes. O familiar também relatou o sofrimento da filha sobrevivente, que revive constantemente as cenas do ataque.
A aceitação da denúncia pelas tentativas de homicídio amplia a lista de acusações contra o réu, que permanece preso preventivamente enquanto responde pelos ataques ocorridos em Ribeirão das Neves e em Belo Horizonte. O Ministério Público sustenta que a sequência dos crimes evidencia a extrema periculosidade do acusado e pede que ele seja submetido ao Tribunal do Júri pelos delitos praticados.

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A Justiça de Minas Gerais agendou a audiência de instrução de Magno Ribeiro da Silva, de 30 anos, réu confesso pelo assassinato de três mulheres no interior de uma padaria no bairro Lagoa, em Ribeirão das Neves. O ataque, que chocou os moradores do município no início deste ano, resultou no indiciamento do acusado por triplo feminicídio consumado e uma tentativa de feminicídio.

Durante a sessão judicial, que ocorrerá no Fórum de Ribeirão das Neves na próxima quinta-feira (18/6) a partir das 8h30, serão ouvidas as testemunhas de acusação, de defesa e a sobrevivente que conseguiu escapar da abordagem. Após os depoimentos, o magistrado responsável pelo caso definirá se o réu será levado a júri popular. Magno permanece detido sob regime de prisão preventiva.

O crime no bairro Lagoa


A tragédia ocorreu no dia 4 de fevereiro, quando o agressor invadiu o estabelecimento comercial utilizando capacete e touca ninja. Em apenas 33 segundos, ele efetuou disparos sequenciais que tiraram as vidas de duas funcionárias — as adolescentes Nathielly Kamilly Fernandes Faria, de 16 anos, e Emanuely Geovanna Rodrigues Seabra, de 14 anos (filha do proprietário da padaria) — além de uma cliente, Ione Ferreira Costa, de 56 anos.

Antes de fugir do local numa moto, o criminoso ainda apontou a arma para uma terceira funcionária. Ao perceber que as munições haviam acabado ou que o armamento falhara, ele ironizou a situação com gestos de deboche e retirou-se do comércio.

Motivação e reviravolta nas investigações


A conclusão do inquérito conduzido pela delegacia local apontou que o atirador agiu motivado por uma "baixa tolerância à rejeição" e distúrbios possivelmente agravados pelo uso excessivo de jogos eletrônicos de tiro. O caso em Ribeirão das Neves também ficou marcado por uma reviravolta inicial. Horas após as mortes, a Polícia Militar chegou a apreender erradamente um adolescente de 17 anos, ex-namorado de uma das vítimas. Contudo, o avanço das diligências da Polícia Civil comprovou a total inocência do jovem e levou à identificação e prisão de Magno em Belo Horizonte, com quem foi apreendida a arma artesanal utilizada na chacina. Para compreender melhor os detalhes desta investigação e as declarações dadas pelas autoridades logo após a detenção do acusado, pode assistir a esta reportagem em vídeo sobre a prisão do suspeito, que explica como a polícia descartou a participação do adolescente e localizou o verdadeiro autor do crime.

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Endereços localizados em Ribeirão das Neves foram alvos de mandados de busca e apreensão durante a Operação Último Disparo, deflagrada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). A ofensiva visa desarticular um grupo criminoso especializado no tráfico de drogas e no comércio ilegal de armas de fogo com forte atuação na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

A investigação aponta que a organização criminosa utilizava a infraestrutura local para a circulação e armazenamento do material ilícito. Além de Ribeirão das Neves, as buscas se estenderam aos bairros Parque São João e Água Branca, em Contagem, e ao bairro Duque de Caxias, em Betim. A ação resultou na prisão em flagrante de duas pessoas.

Durante as incursões, as equipes policiais apreenderam um arsenal composto por armas curtas e longas, farta quantidade de munições, coldres e peças usadas na fabricação artesanal de armamentos, além de ferramentas especializadas.

Radiocomunicador e monitoramento


Entre os materiais recolhidos, chamou a atenção dos investigadores a apreensão de um radiocomunicador. De acordo com a Polícia Civil, o equipamento era peça-chave na logística do grupo, sendo utilizado de forma estratégica para alertar os suspeitos sobre a presença de viaturas e forças de segurança, facilitando a fuga rápida durante as abordagens.

As investigações começaram a se aprofundar após um dos principais investigados ser detido consecutivamente pelo mesmo crime em Contagem e Betim, evidenciando a reincidência e a capilaridade da quadrilha na Grande BH.

A operação contou com o apoio de unidades de elite, incluindo a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), a Coordenação Aerotática (CAT) — com o uso de helicóptero e drones para monitoramento aéreo — e a Coordenação de Operações com Cães (COC).

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O corpo de uma mulher em estado avançado de decomposição foi encontrado em uma área de mata do bairro Rosaneves de Ribeirão das Neves, nessa quarta-feira (27/5). A vítima seria uma mulher de 29 anos, que estava desaparecida desde 26 de abril. O corpo foi reconhecido pelo pai da mulher, mas a identidade será confirmada após exames da Polícia Civil.

Polícia Militar e Corpo de Bombeiros foram acionados para uma vala natural na entrada de uma fazenda no bairro Rosaneves. Segundo a Polícia Militar, militares foram acionados após informações sobre um possível cadáver enterrado no local. Um morador indicou uma área de mata onde havia sinais de terra revirada. Durante as buscas, os policiais encontraram um ponto com indícios de escavação recente.

Após a remoção de parte da terra, o corpo foi localizado enterrado sob cerca de 25 centímetros de solo. O local foi isolado para os trabalhos da perícia da Polícia Civil. O Corpo de Bombeiros informou que o cadáver estava em uma vala pluvial seca, de barriga para baixo e em avançado estado de decomposição.

Familiares da mulher desaparecida acompanharam os trabalhos. Segundo a PM, mãe, pai e irmã reconheceram características do corpo e acreditam se tratar de Larissa Ellen Dias Mendes. O pai da jovem acompanhou a remoção do cadáver.

Ainda conforme os militares, familiares relataram que Larissa era usuária de drogas e desapareceu após enviar mensagens dizendo que estava sendo levada para o bairro Rosaneves devido a uma dívida de R$ 1.800 com o tráfico.

No registro de desaparecimento, feito após o sumiço, a família informou que a jovem enviou mensagens a amigos no dia 26 de abril afirmando que estava na rua Manacás e que “se acontecesse qualquer coisa”, saberiam onde ela havia sido vista pela última vez. Os parentes apontaram possíveis envolvidos, que devem ser investigados pela Polícia Civil. Até o momento, ninguém foi preso.

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Uma mistura de medo, tristeza e profunda indignação marca o desabafo da mãe de um adolescente de 13 anos. Ela recebeu com revolta a notícia da soltura de um monitor de dança, de 55 anos, que atuava no programa Escola Integrada de uma instituição municipal de Belo Horizonte. O suspeito havia sido preso em flagrante no município vizinho de Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana, após ser denunciado por enviar mensagens de teor sexual e imagens íntimas ao estudante. A liberdade provisória foi concedida ao homem durante a audiência de custódia realizada nesta segunda-feira (25/5).

“Ele sabe onde a gente mora. Estou indignada. Com tanta prova, preso em flagrante. É muito revoltante”, desabafou a mulher, que preferiu não se identificar para preservar o filho. O caso foi descoberto após ela notar uma aproximação suspeita do monitor, que inicialmente oferecia bombons e insistia para que o garoto frequentasse as aulas de dança. Diante do teor impróprio das mensagens subsequentes, a mãe passou a interagir com o investigado fingindo ser o adolescente para colher provas. Em um dos diálogos, o homem chegou a perguntar se alguém tinha acesso ao celular e enfatizou que o assunto deveria "ficar só entre eles".

De posse das evidências, a família acionou as autoridades. A prisão em flagrante do suspeito ocorreu na cidade de Ribeirão das Neves após uma mobilização policial. No entanto, o alvará de soltura expedido pela Justiça frustrou e amedrontou os familiares.

Segundo a mãe, o filho permanece psicologicamente abalado e ela evita revelar que o monitor responderá ao processo em liberdade. “O psicológico do meu filho não está bom. Imagina se ele sabe que esse cara está solto? Não posso falar para o meu filho, porque ele vai ficar com muito medo. Tem que esperar ele estupr o meu filho para a Justiça fazer algo?”, questionou.

Procurada para comentar as medidas administrativas correlatas, a Secretaria Municipal de Educação informou que está prestando assistência psicológica e acompanhamento tanto à vítima quanto à mãe, além de adotar os procedimentos internos cabíveis em relação ao profissional. A defesa do suspeito alega que os fatos narrados não condizem com a realidade e confia no devido processo legal para os esclarecimentos das autoridades competentes.

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Espingarda calibre 12, uma prensa industrial e mais de 100 barras de maconha foram encontradas no terreno em Ribeirão das Neves

Um homem de 37 anos foi preso por tráfico de drogas nesta quinta-feira (14) em Ribeirão das Neves.
A prisão ocorreu após a Polícia Militar localizar, no terreno onde ele mora, um carregamento com mais de 100 barras de maconha, além de uma espingarda calibre 12 e uma prensa industrial.

De acordo com as informações, o suspeito não possuía antecedentes criminais e se apresentou como trabalhador. Em entrevista à rádio Itatiaia, ele afirmou ter sido surpreendido com o material encontrado no local. Segundo o homem, sua rotina de trabalho durante a madrugada e o descanso durante o dia dificultariam qualquer envolvimento com o material apreendido.

“Eu não tenho acesso. Eu chego por volta de 6 horas, durmo e já levanto para trabalhar novamente. Lá tem muitas casas e uma grande circulação de pessoas. Eu não fico observando, fico mais trancado”, declarou.

No entanto, a versão apresentada pelo suspeito foi contestada pela Polícia Militar. O sargento Soares afirmou não acreditar na alegação, destacando a presença de equipamentos de grande porte logo na entrada da residência.

“A gente não acredita, até porque uma balança de grande dimensão e uma prensa industrial estavam na entrada da casa. É difícil acreditar que ele não teria percebido isso”, disse o militar.

Ainda conforme o sargento, há casos em que pessoas sem antecedentes criminais são aliciadas por organizações criminosas para armazenar drogas e equipamentos, justamente para evitar suspeitas por parte das autoridades.

O caso segue sob investigação. 

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Oito réus foram pronunciados pela morte de um homem e duas crianças em Ribeirão das Neves, na Grande BH; caso ocorreu em maio de 2024

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) suspendeu nessa quarta-feira (13) o júri popular para os réus do caso conhecido como "chacina de Ribeirão das Neves".

A decisão aconteceu após atuação do Ministério Público (MPMG), por meio da 9ª Promotoria de Justiça de Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

O órgão manifestou preocupação com a imparcialidade dos jurados por conta da forte repercussão do caso na cidade e com a segurança dos réus. Por conta disso, o Ministério Público pediu para que o júri popular seja realizado em outra comarca.

Entre os motivos citados para a preocupação com a segurança dos réus está o perfil dos grupos envolvidos no conflito que originou o crime. Além disso, a promotora de Justiça Clarissa Gobbo destacou problemas na infraestrutura física do Fórum de Ribeirão das Neves

"Sequer foi possível acomodar todos os advogados no plenário, além de os familiares das vítimas não terem possibilidade de acompanhar o julgamento por pura falta de espaço na plateia, que seria ocupada exclusivamente pelas bancadas das defesas. Isso interfere em um dos pilares do Tribunal do Júri", afirmou.

A 1ª Vara Criminal de Ribeirão das Neves concedeu uma liminar e suspendeu o processo até que seja decidido onde será realizado o júri popular.

Inicialmente, o julgamento seria realizado em 13 de abril deste ano, mas foi adiado após pedido das defesas. A justificativa é que um dos réus estava com tuberculose e não compareceu à sessão.

Relembre o crime
A chacina ocorreu durante a festa de aniversário de 9 anos de Heitor Felipe, no dia 23 de maio de 2024, por volta das 19h, em um sítio no bairro Areias, em Ribeirão das Neves, na Grande BH.

Também foram mortos, Felipe Júnior Moreira Lima (pai da criança), de 26 anos, e Laysa Emanuele Pereira de Oliveira (prima), de 11.

As investigações apontaram que os réus atuavam no tráfico de drogas no Morro Alto, em Vespasiano, onde morava Felipe, o principal alvo dos criminosos. Ele era um ex-parceiro dos criminosos e tinha tido um desentendimento com os traficantes que queriam retomar o controle de pontos de venda de entorpecentes.

Yago Pereira de Souza Reis;
Ivone Silva de Almeida;
Pedro Paulo Ferreira Lima (“Paulinho Satan");
Fabiano Alves Campos;
Marcelo Alves Rodrigues (“Tio Gordo”);
Leandro Roberto da Silva ("Berola");
Flávio Celso da Silva ("Alemão");
Agnes Danrlei Santos Nascimento (“Biscoito").

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Uma ação conjunta entre as polícias Civil (PCMG) e Militar (PMMG) resultou na prisão preventiva de um homem de 32 anos no último sábado (5). O suspeito, localizado no município de Ribeirão das Neves, é investigado por perseguir e ameaçar uma adolescente de 15 anos em uma unidade de acolhimento na capital.

Histórico de abuso e Perseguição
O caso é acompanhado pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), que instaurou inquérito no início de maio após denúncias de ameaças. De acordo com as investigações, o histórico de violência começou anos atrás: o homem teria engravidado a vítima quando ela tinha apenas 13 anos.

Atualmente, a adolescente vive no abrigo com o filho, de um ano de idade. Segundo relatos colhidos pela polícia, o homem frequentava as imediações do local e chegava a intimidar não apenas a jovem, mas também os funcionários da instituição.

Desdobramentos
Após ser detido em solo nevense, o suspeito foi conduzido à delegacia e, posteriormente, encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para a completa elucidação dos fatos e apuração de outros possíveis crimes envolvidos no histórico do autor.

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A morte prematura de Bernardo Amorim Calixto Santos, de apenas 11 anos, ocorrida no último sábado (9), causou profunda comoção em Ribeirão das Neves. O menino era morador do bairro São Miguel, na região de Justinópolis, onde a família reside. O velório e o sepultamento ocorreram sob forte clima de tristeza e consternação.

Bernardo, apaixonado por futebol, acompanhava o pai, Mauricílio Calixto Gomes, em uma partida no Estádio Municipal Inácio de Carvalho, em São José da Lapa. Segundo familiares, o passeio era uma tradição: o garoto sempre estava presente nos jogos do Colorado, time amador integrado pelo pai.

O que deveria ser um sábado típico de lazer terminou em tragédia. Após o apito final, enquanto os jogadores guardavam os materiais e as crianças brincavam no gramado, o acidente aconteceu. Testemunhas relatam que no local havia duas traves móveis que estariam soltas, sem a devida fixação.

Embora a dinâmica exata do acidente ainda dependa de perícia, a principal suspeita é de que Bernardo tenha se apoiado ou se pendurado na estrutura metálica, que tombou sobre ele. O impacto causou um grave traumatismo craniano.

“Ele já estava caído, ensanguentado. Foi um desespero. Todo mundo saiu correndo para tentar ajudar”, relatou um familiar emocionado. O menino chegou a ser socorrido e levado a uma unidade de pronto atendimento da região, mas, apesar dos esforços da equipe médica, não resistiu aos ferimentos.

A comunidade esportiva de Ribeirão das Neves e São José da Lapa manifestou solidariedade à família Calixto nas redes sociais, lamentando a perda do jovem torcedor do Colorado.

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