O ronco dos motores e o espírito de irmandade prometem movimentar a tarde deste sábado em Ribeirão das Neves. A cidade sedia a 61ª edição do Neves Moto Point, um dos encontros de motociclistas mais tradicionais da região. Sob o lema "Unidos Somos Mais Fortes", o evento acontece no Park Rock Bar, a partir das 14h.
Música e gastronomia
A trilha sonora do encontro ficará por conta da Banda Piso Molhado, já confirmada como a atração principal para agitar os entusiastas do motociclismo com muito rock e energia.
Para os presentes, a organização preparou o tradicional churrasco "0500". No entanto, o evento reforça o seu caráter colaborativo: os participantes são incentivados a levar doações ou carne para o churrasco, fortalecendo a integração entre os motoclubes e visitantes.
Solidariedade e prêmios
Além da confraternização, o 61º Neves Moto Point contará com sorteios de brindes para aqueles que colaborarem com a iniciativa.
SERVIÇO
Evento: 61º Neves Moto Point
Data: 25 de abril (Sábado)
Horário: A partir das 14h
Local: Park Rock Bar (Rua São José, nº 33, bairro São Geraldo – Ribeirão das Neves/MG
Informações: Disponíveis via QR Code no perfil oficial @nevesmotopoint
O encontro conta com o apoio de diversos comércios locais, reforçando a importância do evento para a economia e o lazer da comunidade nevense.
De dentro da Penitenciária José Martinho Drumond, em Ribeirão das Neves, um detento utilizou uma videochamada para coordenar e monitorar uma sessão de tortura contra sua companheira, de 29 anos, e um vizinho dela, de 18 anos. O crime ocorreu no bairro Vale das Amendoeiras, em Contagem e aconteceu nesta quarta-feira, 22 de abril.
Segundo a Polícia Militar (PM), a tortura foi executada por três comparsas sob as ordens diretas do presidiário. A motivação do crime ainda está sendo apurada. Os militares foram acionados após denúncias de invasão de domicílio.
Ao chegarem à residência, a guarnição deparou-se com os suspeitos tentando fugir pelos fundos. Durante a perseguição:
Um adolescente de 17 anos sacou uma arma contra os policiais.
Houve um disparo de advertência por parte da polícia; ninguém foi atingido.
O menor foi contido e um celular roubado da vítima foi recuperado.
As vítimas, que apresentavam ferimentos graves pelo corpo, foram socorridas e encaminhadas à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Ressaca, em Contagem.
O estado de saúde atualizado não foi divulgado.
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou que o adolescente foi apreendido e ouvido por meio do Plantão Digital.
Foi lavrado um auto de apreensão por ato infracional análogo ao crime de tortura.
O caso segue sob investigação para identificar os outros dois comparsas que fugiram.
Além disso, as autoridades buscam localizar o aparelho celular utilizado pelo detento dentro da unidade prisional — evidência crucial para confirmar a autoria intelectual do crime e expor as falhas de segurança na penitenciária.
Com palestra de Malu Tamietti e show de Laura Sette, primeira noite do evento na Casa Semifusa foca na profissionalização da cena cultural de Ribeirão das Neves.
Referência em cultura urbana na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o Festival Pá na Pedra inicia sua edição de 2026 na sexta-feira, 8 de maio, com uma proposta que vai além do entretenimento. Realizada pelo Instituto Cultural Semifusa, a abertura do evento ocupa a Casa Semifusa, no bairro Sevilha B, priorizando o debate sobre o mercado fonográfico e o fortalecimento de novos artistas.
A programação começa às 19h com a palestra "Carreira Artística Sustentável", ministrada pela gestora Malu Tamietti. Com experiência consolidada no selo A Quadrilha e atualmente na Selva, Tamietti abordará temas fundamentais para a sobrevivência no setor cultural contemporâneo, como gestão de direitos autorais, burocracias contratuais e estratégias de inserção no mercado.
A iniciativa reforça o compromisso do festival com a democratização do conhecimento técnico, permitindo que artistas locais tenham acesso a ferramentas de gestão que muitas vezes ficam restritas aos grandes centros.
Para encerrar o primeiro dia, o palco da Casa Semifusa recebe a rapper Laura Sette. Considerada um dos grandes destaques da cena mineira atual, a artista traz para Ribeirão das Neves um show marcado pela potência lírica e pela presença de palco, servindo como o pontapé inicial perfeito para as celebrações de artes integradas que definem o festival.
A noite de sexta-feira funciona como o alicerce para a grande celebração que se estende pelo fim de semana. Embora o foco inicial seja a formação e a música autoral em um ambiente mais íntimo, o evento prepara o terreno para o sábado (9), quando a programação se desloca para a Esplanada Ribeirão. No segundo dia, o público poderá conferir diversas atrações, incluindo campeonatos de skate e o show do headliner Djonga, que apresenta sua turnê atual.
Mantendo sua tradição de inclusão, o Festival Pá na Pedra tem entrada gratuita. O projeto é uma realização do Instituto Cultural Semifusa e reafirma Ribeirão das Neves como um polo produtor e consumidor de cultura periférica de alta qualidade.
SERVIÇO: Abertura Festival Pá na Pedra 2026
Quando: Sexta-feira, 8 de maio, a partir das 19h.
Onde: Casa Semifusa (Rua Cataguases, 73, Sevilha B – Ribeirão das Neves).
Atrações: Palestra com Malu Tamietti + Show de Laura Sette.
Entrada: Gratuita (sem necessidade de retirada de ingressos)
Uma operação interestadual destinada a desmantelar uma das maiores redes de receptação de celulares do Brasil resultou na captura de um foragido de alta periculosidade em Ribeirão das Neves nesta quarta-feira (22/4). O homem, de 33 anos, era procurado por uma condenação de 10 anos de prisão pelo crime de estupro de vulnerável, cometido em 2016.
A prisão ocorreu durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão da Operação Linha Cruzada, liderada pelas Polícias Civis de Minas Gerais e do Paraná. Embora o foco central da ação fosse o combate ao furto e receptação de aparelhos eletrônicos, o paradeiro do condenado foi identificado pelas equipes que atuavam na região metropolitana de Belo Horizonte.
O papel de Ribeirão das Neves na organização
Além da captura do foragido, a ofensiva em Ribeirão das Neves mirou o suporte operacional da quadrilha. Um jovem de 23 anos também foi conduzido ao Departamento Estadual de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri) para prestar esclarecimentos.
Segundo as investigações, o município era utilizado como base para a obtenção ilícita de senhas. Os suspeitos utilizavam aparelhos para realizar contatos com as vítimas, empregando táticas de "engenharia social" e ameaças severas para desbloquear os dispositivos furtados.
O esquema: Da "blindagem" com papel alumínio ao crime bancário
A operação revelou um esquema sofisticado que se estendia por quatro estados (MG, PR, SP e SC). O líder da organização, preso simultaneamente em um apartamento de luxo no bairro Buritis, em Belo Horizonte, é acusado de financiar a logística de furtos em grandes eventos nacionais.
Investimento: O receptador aportava cerca de R$ 30 mil por evento, pagando passagens aéreas e ingressos para criminosos.
Logística: Para evitar o rastreamento por GPS, os celulares furtados eram envoltos em papel alumínio até chegarem aos centros de processamento em Minas Gerais.
Extorsão e Fraude: O grupo se passava por autoridades ou membros de facções criminosas para coagir as vítimas a entregarem senhas. Com o acesso, realizavam empréstimos e limpavam contas bancárias antes de recondicionar os aparelhos para venda.
Em Minas Gerais, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão, resultando no confisco de dois carros de luxo por suspeita de lavagem de dinheiro. O alvo principal responderá por receptação qualificada e associação criminosa. Já o homem detido em Ribeirão das Neves foi encaminhado ao sistema prisional para o cumprimento imediato de sua pena pendente.
As autoridades continuam a análise dos materiais apreendidos em Ribeirão das Neves e Belo Horizonte para identificar novos integrantes da rede que movimentava milhões de reais anualmente.
Por Vanessa Camila
“Dos diversos instrumentos inventados pelo homem, o mais assombroso é, sem dúvida, o livro.” A frase de Jorge Luis Borges atravessa o tempo e segue atual, especialmente no dia 23 de abril, quando se celebra o Dia Mundial do Livro. A data foi instituída pela UNESCO em 1995 como o Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais, tornando-se um marco internacional de incentivo à leitura e valorização da autoria em diversos países.
No Brasil, a data não decorre de uma lei específica, mas integra o calendário cultural e é mobilizada por políticas públicas, instituições e iniciativas sociais voltadas ao livro e à leitura.
Mais do que uma data simbólica, o momento reforça o debate sobre o papel da leitura na formação crítica, na cidadania e na construção de sentidos coletivos.
O livro é uma das tecnologias mais duradouras da humanidade. Antes das telas, já cumpria funções essenciais de memória, registro e imaginação. Ainda hoje, em meio ao excesso de informações e à aceleração da vida cotidiana, permanece como um espaço de pausa e aprofundamento.
No Brasil, os dados mais recentes da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil reforçam um cenário de alerta. 47% da população brasileira é considerada leitora, enquanto 53% não leu nenhum livro, nem parte dele, nos três meses anteriores à pesquisa. O levantamento também indica que, pela primeira vez na série histórica, o número de não leitores supera o de leitores no país, revelando uma tendência de queda no hábito de leitura.
Esse cenário evidencia um problema estrutural que vai além do acesso ao livro. A leitura no Brasil ainda é profundamente marcada por desigualdades de renda, escolaridade e acesso a equipamentos culturais, o que reforça a necessidade de políticas contínuas de formação de leitores.
Em Minas Gerais, essa realidade também se expressa. Embora existam iniciativas de incentivo à leitura e ampliação do acesso a conteúdos digitais, parte significativa da população ainda não mantém o hábito de leitura de forma regular. Isso reforça que o desafio não está apenas na oferta de livros, mas na construção de vínculos duradouros com a leitura.
É nesse contexto que o município de Ribeirão das Neves se torna central para a compreensão dessas dinâmicas. Falar de leitura na cidade é também falar de invisibilidade. Bibliotecas públicas existem, porém muitas vezes são pouco divulgadas, pouco sinalizadas e ainda pouco integradas ao cotidiano da população. Essa baixa visibilidade limita o reconhecimento desses espaços como equipamentos culturais vivos e acessíveis.
Ainda assim, a leitura não desaparece. Ela se reorganiza no território por meio de iniciativas culturais, ações educativas e práticas comunitárias que aproximam o livro da vida cotidiana.
Coletivos como o Semifusa, do município, são parte fundamental dessa dinâmica. Atuando de forma independente no próprio território, contribuem para ampliar o acesso ao livro por meio da organização de acervos e de ações culturais que colocam a leitura em circulação e fortalecem o vínculo com a comunidade local.
A partir dessa mesma realidade, outras iniciativas na cidade também ajudam a compor esse cenário cultural mais amplo. Exemplos como o Centro Cultural Poesia de Status e o Espaço Cultural Amargem apontam para a presença de práticas culturais e educativas que dialogam com a leitura no território. Em muitos casos, essas experiências operam de forma autônoma e com baixa institucionalização, encontrando nas redes sociais um dos principais meios de divulgação e articulação.
Ao lado dessas iniciativas, projetos educativos e práticas comunitárias de circulação de livros ajudam a sustentar o acesso à literatura em territórios onde a presença do poder público ainda é limitada ou pouco contínua. Nesse sentido, torna-se fundamental que a gestão municipal amplie a divulgação das bibliotecas comunitárias existentes, reconhecendo sua relevância e incorporando essas experiências às políticas culturais e educacionais do município, fortalecendo sua integração com a rede pública.
As bibliotecas comunitárias, nesse cenário, assumem papel estratégico. Muitas vezes construídas com poucos recursos, mas com forte mobilização social, funcionam como espaços de encontro, formação e pertencimento. Mais do que pontos de empréstimo, tornam-se territórios vivos de mediação cultural.
O contraste é evidente. De um lado, bibliotecas públicas ainda pouco difundidas ou subutilizadas. De outro, iniciativas comunitárias que mantêm a leitura em circulação por meio da criatividade e da resistência. Isso não substitui o papel do Estado, mas evidencia a necessidade de reconhecimento, visibilidade e fortalecimento dessas práticas.
Neste Dia Mundial do Livro, a reflexão que se impõe vai além do ato de ler. Ela passa pelas condições que tornam a leitura possível. Em territórios como o município de Ribeirão das Neves, ler é muitas vezes um gesto coletivo, atravessado por vínculos comunitários e por formas de resistência.
Em um tempo marcado pelo excesso de informação e pela disputa constante por atenção, o livro segue como um convite raro. Ele chama ao silêncio, à escuta e à imaginação de outros mundos possíveis. E, nas periferias, também se torna uma ferramenta para construí-los.
Mais do que isso, o fortalecimento da leitura passa necessariamente pelo compromisso do poder público com políticas consistentes de acesso ao livro, valorização das bibliotecas e incentivo à formação de leitores nos territórios. Em municípios como o de Ribeirão das Neves, isso significa não apenas ampliar estruturas, mas também dar visibilidade às iniciativas já existentes e integrá-las de forma contínua às políticas culturais e educacionais.
Ao mesmo tempo, há um desafio coletivo que ultrapassa instituições: a retomada do hábito de leitura como prática cotidiana. Incorporar o livro à vida, seja por meio de bibliotecas, projetos comunitários ou iniciativas individuais, é também uma forma de ampliar repertórios, fortalecer o pensamento crítico e construir novas formas de participação social.
Neste Dia Mundial do Livro, a reflexão se amplia: ler não é apenas um ato individual, mas uma escolha cultural e política que precisa ser estimulada, apoiada e compartilhada.
A cidade de Ribeirão das Neves terá uma representante de peso na disputa por um dos títulos mais tradicionais do circuito sertanejo mineiro.
Edith Valverde Sodré Silva foi anunciada oficialmente como uma das 12 finalistas do concurso Rainha do Pedro Leopoldo Rodeio Show 2026, consolidando sua posição em uma seletiva que reuniu candidatas de diversas localidades.
Agora, ela integra o grupo seleto que disputará não apenas a coroa de Rainha, mas também os postos de Princesa e Madrinha da festa, que é considerada uma das maiores do Brasil.
Nas redes sociais, a torcida pela candidata ganha força à medida que a etapa decisiva se aproxima, ressaltando o orgulho da representatividade nevense no concurso.
A partir de agora, Edith e as demais finalistas iniciam uma agenda intensiva de preparação, que inclui sessões de fotos, treinamentos de passarela e presença em eventos oficiais da organização. O resultado final será definido por um corpo de jurados em um evento de gala, onde serão escolhidas as soberanas que abrirão as porteiras da edição de 2026 do Pedro Leopoldo Rodeio Show. Acompanhe a trajetória nas redes sociais @dithvalverde.
A irregularidade no serviço de coleta de lixo tem se tornado um desafio diário para quem reside em Ribeirão das Neves, na Grande BH. Em diversos bairros da cidade, o acúmulo de resíduos nas calçadas já faz parte do cenário urbano, gerando reclamações constantes sobre o mau cheiro e o surgimento de animais peçonhentos e insetos.
Segundo relatos da vizinhança, os caminhões coletores não seguem um cronograma fixo, o que obriga os moradores a manterem os sacos de lixo expostos por longos períodos. Com a demora, animais de rua acabam rasgando as embalagens, espalhando os detritos pelas vias e agravando o entupimento de bueiros, o que eleva o risco de alagamentos durante períodos de chuva.
A situação é ainda mais crítica em ruas de topografia acidentada ou de difícil acesso, onde o serviço parece ter sido interrompido por completo nas últimas semanas. Além do prejuízo estético e ambiental, a população expressa preocupação com a saúde pública, temendo o aumento de casos de doenças transmitidas por vetores atraídos pela sujeira acumulada.
Procurada para prestar esclarecimentos, a administração municipal informou que está ciente dos pontos de acúmulo e que trabalha junto à empresa concessionária para normalizar os itinerários.
A prefeitura justifica que problemas operacionais na frota e ajustes na logística de transbordo causaram os atrasos pontuais, mas garante que equipes de reforço serão enviadas aos locais mais afetados para realizar mutirões de limpeza e restabelecer a regularidade do serviço essencial.
Moradores de Ribeirão das Neves, denunciam o estado de abandono de uma estrutura de telefonia que tem causado transtornos e sensação de insegurança na região. O equipamento, pertencente a uma concessionária de telecomunicações, está desativado e sem manutenção há meses, tornando-se um foco de problemas urbanos.
De acordo com relatos de vizinhos, a estrutura tornou-se alvo frequente de vandalismo. Partes metálicas e fiações estão sendo subtraídas, o que deixa componentes expostos e oferece riscos de acidentes para pedestres que circulam pelas calçadas. Além da deterioração física, o local passou a ser utilizado de forma improvisada como abrigo e ponto de descarte irregular de lixo, agravando a situação sanitária e visual do bairro.
A falta de iluminação adequada e o isolamento gerado pelo tamanho do equipamento também preocupam quem precisa passar pelo trecho durante a noite. Moradores afirmam que a estrutura facilita a ação de criminosos, que se escondem atrás do mobiliário ocioso para realizar assaltos.
Em resposta às reclamações, a Prefeitura de Ribeirão das Neves informou que uma equipe técnica realizará uma vistoria no local ainda esta semana. O objetivo é avaliar a extensão dos danos e identificar a empresa responsável para que a remoção ou a devida manutenção seja feita de forma imediata.
Órgãos de fiscalização municipal destacaram que o abandono de equipamentos em via pública fere o código de posturas e que as empresas podem ser multadas caso não cumpram os prazos de regularização. Enquanto o problema não é resolvido, a recomendação para os moradores é que mantenham as denúncias junto aos canais oficiais da prefeitura e da Polícia Militar, visando reforçar o patrulhamento preventivo na área afetada.
Uma nova proposta legislativa em análise na Câmara dos Deputados busca trazer um elemento de identificação visual inédito ao sistema prisional e de monitoramento do país. O projeto, sugere que agressores monitorados por crimes de violência doméstica utilizem tornozeleiras eletrônicas na cor rosa.
A iniciativa visa criar uma diferenciação clara para indivíduos que respondem por esse tipo específico de crime, permitindo que autoridades e a sociedade identifiquem prontamente a natureza da restrição de liberdade imposta ao portador do equipamento.
De acordo com o texto da proposta, a mudança cromática do dispositivo não é meramente estética, mas fundamentada em três pilares principais:
Facilitação da Fiscalização: Permitir que agentes de segurança identifiquem rapidamente agressores em áreas de restrição.
Proteção da Vítima: Ampliar a rede de vigilância em torno de mulheres que possuem medidas protetivas.
Conscientização Social: Gerar um impacto visual que reforce a gravidade da violência doméstica perante a comunidade.
"A ideia é dar visibilidade ao problema e garantir que o monitoramento cumpra seu papel de prevenção de forma ainda mais rigorosa", justifica a parlamentar no projeto.
O projeto de lei prevê uma alteração direta na Lei nº 15.383/2026, estabelecendo que o uso do equipamento colorido seja determinado pelo Poder Judiciário sempre que houver situação comprovada de risco à integridade física ou psicológica da vítima.
Atualmente, a proposta segue o rito legislativo ordinário e será submetida à análise das comissões temáticas da Câmara dos Deputados. Caso aprovada nas comissões, ela seguirá para votação no Plenário antes de ser encaminhada ao Senado Federal.
Se sancionada, a medida representará uma mudança significativa na logística de monitoramento eletrônico do Brasil, que tradicionalmente utiliza equipamentos na cor preta para todos os tipos de delitos.


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